sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

(Devocional) Maior silêncio guardaram - At. 22:1-2


Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Actos 21-25
Maior silêncio guardaram

“Varões irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós. (E, quando ouviram falar-lhes em língua hebraica, maior silêncio guardaram.) E disse:”
Actos 22:1-2


É certo que aquele era um momento muito difícil na vida de Paulo. Mas também era óbvio para ele que o Senhor havia ordenado aqueles eventos de forma propositada e agora Paulo tinha a oportunidade de ser usado para a glória do Messias que o havia salvo de forma maravilhosa. Qualquer situação em que estejamos pode ser usada para a glória de Deus. Naquele momento, Paulo aproveita que o Senhor reuniu grande parte da cidade para o ouvir e ele tem algo para lhes dizer. É interessante que o apóstolo dirige-se aos que o ouviam de forma amigável e respeitosa. Não eram eles os que o queriam preso e que clamavam pela sua execução? Sim, mas o Deus que servimos é o Deus dos impossíveis e era Ele que tornava esta atitude em Paulo perfeitamente possível. Não iremos ganhar pessoas para Cristo faltando-lhes ao respeito. Por vezes a nossa carne exige que nos sintamos superiores a outras pessoas. Isso é uma mentira do diabo e deve ser rejeitada. Também é interessante que Paulo lhes tenha falado na sua própria língua. Isso teve um grande impacto. Se eles tinham feito silêncio, por curiosidade, agora fizeram ainda mais silêncio quando ouviram-no falar na sua língua. Devemos falar de Cristo de forma a sermos escutados e não meramente para nos fazermos ouvir. Temos muito a ganhar em tentar saber o máximo sobre aqueles que queremos evangelizar. Chegamos mais facilmente ao coração daqueles de quem ganhamos o respeito.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

(Devocional) Nomes esquecidos, mas lembrados - Ne. 12:1-26


Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Neemias 11-13
Nomes esquecidos, mas lembrados

“Estes são sacerdotes e levitas que subiram com Zorobabel, filho de Sealtiel, e com Jesua: Seraias, Jeremias, Esdras, Amarias, Maluch, Hatus, Secanias, Reúm, Meremoth, Ido, Ginetai, Abias, Miamin, Maadias, Bilga, Semaias, e Joiarib, Jedaias, Salu, Amoc, Hilquias, Jedaias; estes foram os chefes dos sacerdotes e de seus irmãos, nos dias de Jesua. E foram os levitas: Jesua, Binui, Cadmiel, Serebias, Judá, Matanias; este e seus irmãos presidiam sobre os louvores. E Bacbuquias, e Uni, seus irmãos, estavam defronte dele, nas guardas. E Jesua gerou a Joiaquim, e Joiaquim gerou a Eliasib, e Eliasib gerou a Joiada. E Joiada gerou a Jónatas, e Jónatas gerou a Jadua. E nos dias de Joiaquim foram sacerdotes, chefes das casas dos pais de Seraias, Meraias; de Jeremias, Hananias; De Esdras, Mesulam; de Amarias, Joanan; De Melichu, Jónatas; de Sebanias, José; De Harim, Adna; de Meraioth, Hel-cai; De Ido, Zacarias; de Gineton, Mesulam; De Abias, Zicri; de Miamin e de Moadias, Piltai; De Bilga, Samua; de Semaias, Jónatas; E de Joiarib, Matenai; de Jedaias, Ezi; De Salai, Calai; de Amoc, Eber; De Hilquias, Hasabias; de Jedaias, Netanael. Dos levitas, foram nos dias de Eliasib inscritos como chefes das casas dos pais, Joiada e Joanan, e Jadua, como também os sacerdotes, até ao reinado de Dario, o persa. Os filhos de Levi foram inscritos como chefes das casas dos pais no livro das crónicas, até aos dias de Joanan, filho de Eliasib. Foram, pois, os chefes dos levitas: Hasabias, Serabias, e Jesua, filho de Cadmiel; e seus irmãos estavam defronte deles, para louvarem e darem graças, segundo o mandado de David, homem de Deus: guarda contra guarda. Matanias, e Bacbuquias, Obadias, Mesulam, Talmon, e Acub, eram porteiros, que faziam a guarda às tesourarias das portas. Estes foram nos dias de Joiaquim, filho de Jesua, o filho de Josadac; como também nos dias de Neemias, o governador, e do sacerdote Esdras, o escriba.”
Neemias 12:1-26


Temos aqui o registo dos nomes daqueles que foram usados por Deus para restabelecer o culto no templo em Jerusalém. Estes nomes, embora sobejamente conhecidos no seu tempo, para nós significam pouco. No entanto foram responsáveis por um trabalho muito difícil. O templo, depois de dias de glória e intenso trabalho de adoração ao Deus verdadeiro, tinha sido destruído e a adoração reduzida a nada. Quem eram e que aspecto tinham? Isso para nós apenas será conhecido quando entrarmos na glória. Mas aqui estão eles mencionados por nome na Palavra de Deus. Temos de nos guardar para não vivermos para sermos reconhecidos por este mundo. Se não tivermos cuidado, iremos cair na armadilha da nossa carne que exige reconhecimento e agradecimento. Sabemos também que o verdadeiro reconhecimento vem. Não por ser algo que merecemos, mas porque a graça de Deus é assim mesmo – extravagante. Tudo o que for feito neste mundo e para receber a glória deste mundo, um dia entrará em esquecimento. Quantos dos heróis do passado, aclamados por multidões, celebrados em monumentos, são hoje perfeitos desconhecidos. Os museus do mundo estão cheios de estátuas sem nome. Não é assim com o que serve a Deus. Nada feito para o Senhor e segundo a vontade Deus é feito em vão. Um dos trabalhos destes homens era presidir sobre os louvores. Eles tinham de se certificar que o Senhor nunca ficava sem quem lhe rendesse louvor e gratidão. Se não pudermos fazer muito hoje para o Senhor, pelo menos demos louvor ao Seu nome.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

(Devocional) A pedra que os edificadores rejeitaram - Mt. 21:33-46


Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Mateus 21-25
A pedra que os edificadores rejeitaram

Ouvi, ainda, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe. E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos. E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro e apedrejaram outro. Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles fizeram-lhes o mesmo; E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança. E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram. Quando, pois, vier o Senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos. Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E quem cair sobre esta pedra despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras, entenderam que falava deles; E, pretendendo prendê-lo, recearam o povo, porquanto o tinham por profeta.”
Mateus 21:33-46


Não há dúvida que Jesus procurava chegar ao coração daqueles judeus com esta parábola. Eles estavam a colocar demasiada confiança na nação de Israel e estavam a esquecer-se de Deus, que a tinha formado e chamado. É verdade que existem muitas e maravilhosas promessas para a nação de Israel, mas estas dependem do poder de Deus e não da herança genética. O facto de eles fazerem parte do povo de Deus não lhes dava o direito de deixarem de ouvir quando Deus falava com eles. Muito menos dava-lhes o direito de rejeitarem o Filho de Deus, o Salvador prometido, quando Ele finalmente veio ao mundo. O que é maravilhoso nas palavras de Jesus é descobrirmos que a infidelidade da nação de Israel não significa que Deus tenha deixado de ter um povo. Na verdade, em Cristo o Senhor está a chamar para o Seu nome e para a Sua glória um povo composto de elementos de todas as raças e povos e línguas e nações. Tal como aqueles judeus, também é verdade que Deus vem ao nosso encontro. E, tal como na história de Israel, também é verdade que muitas vezes quando Deus falou comigo, eu não quis ouvir. Agora, temos acesso ao Filho de Deus. Se O escutarmos, tornamo-nos parte do povo a que Ele aqui se refere. Deus quer que demos fruto para a Sua glória. Daremos fruto com as nossas vidas, quando o Filho de Deus viver em nós. O que faremos com o Filho?